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Segunda-feira, 21 de Maio de 2007

A Pandemia

A epidemia teve o seus primeiros casos relatados na literatura de saúde como refere Veronesi e Foccacia no início de 1981, nos Estados Unidos, contudo a AIDS já vinha afectando algumas populações há pelo menos duas décadas, em países da Europa, África e EUA, onde após a analise de prontuários e amostra de tecidos e fluido orgânicos daquela época, evidenciaram casos de SIDA nessas regiões nos anos 60 e 70.

Em Portugal o primeiro caso de SIDA foi diagnosticado em outubro de 1983 como refere o Programa Nacional de Prevenção e Controle da Infecção VIH/SIDA (PNPCI VIH/SIDA) e até Junho de 2006, foram notificado ao centro de Vigilância das Doenças Transmissíveis 29461 casos de infecção VIH/SIDA.. estes números são alarmantes devido ao progresso que a doença teve no contexto social português.

A acrescentar estes dados em 2005 como refere o PNPCI VIH/SIDA a incidência em Portugal foi de 251,1 casos por 1.000.000 ocupando assim o segundo lugar no contexto Europeu (52 países).

Por outro, lado o custo social e económico que esta doença acarreta sobre o sistema nacional de saúde e sobre o desenvolvimento sustentável do país é enorme, visto que como refere o  PNPCI VIH/SIDA existe um grande número de indivíduos infectados pelo HIV/SIDA na faixa etária economicamente produtiva  que compreende os 15 – 49 anos; anualmente morrem 1000 pessoas de Sida em Portugal, tendo em conta o acesso universal e gratuito aos tratamentos e que estes são extremamente caros, coloca em causa a sua efectividade de desenvolvimento no sitema Nacional de Saúde como também refere PNPCI VIH/SIDA.

Em relação as DST em Portugal, vários são os factores que sugerem que este tema deve vir cada vez mais retractado e realçados perante as comunidades, sabendo-se que, como refere o Plano Nacional de Saúde 2004-2010, o número de casos reais de IST (infecções sexualmente transmissíveis) não é conhecido; o número de doentes nas consultas de IST tem vindo aumentar, alem de factores reconhecidos como responsáveis por uma maior incidência das IST tais como comportamento sexuais de risco.

Para complementar esta ideia existe em Portugal uma precariedade de informação sobre as IST a nível das escolas, consultas de planeamento familiar, universidades e do cidadão em geral também referido no Plano Nacional de Saúde 2004-2010

publicado por Enfermeiros às 16:56
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